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Atendimento Psicológico
O que as pessoas dizem











Quem sou eu
Meu trabalho é te ajudar a seguir por caminhos que levem em direção a uma vida que vale a pena ser vivida.
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Sou Adriano Gosuen, formei na USP há mais de 20 anos, com experiência em desregulação emocional, ansiedade e vivência em outros países. Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental/TCC e Terapia de Aceitação e Compromisso/ACT.
Gosto de experimentar a vida em outros lugares: estudei na Índia, no Canadá e trabalhei nos EUA e em toda a África.
Já rodei o Brasil como consultor de Fundações e Institutos, dando formação e participando de projetos bacanas. Já atendi mulheres e homens em situações de violência e participo de ações de apoio a pessoas trans em um serviço especializado. Por fim, sou mestre pela Universidade Federal de Uberlândia, especialista pela Organização Mundial de Saúde (OMS/ONU) e membro da American Psychological Association (APA).
Em cada um desses lugares, tive a possibilidade de aprender mais e tentar ser melhor como profissional e como pessoa, trocando saberes com cada colega e cada cliente, tendo a possibilidade de crescermos juntos em busca de uma vida que vale a pena ser vivida!
Venha, me faça perguntas! 💬
Terei o maior prazer em bater-papo e, quem sabe, trabalharmos juntos!
Formação
- Graduação – Universidade de São Paulo / USP – Conclusão: 1998
- Especialização – World Health Organization/Indian Law Society – Conclusão: 2009
- Mestrado – Universidade Federal de Uberlândia – Conclusão: 2015
Experiência
- Ansiedade
- Borderline
- LGBTQI+ / Identidade de Gênero / Transsexual / Transgênero
- Mudança de País / Expat
Especialidades
- TCC – Terapia cognitivo comportamental
- ACT – Terapia de aceitação e compromisso
Perguntas frequentes sobre terapia em geral
Cada pessoa pode ter uma demanda específica para procurar terapia. Problemas familiares, dificuldades nos relacionamentos, carreira profissional, ansiedade, depressão, questões de autoestima, distúrbios alimentares, várias podem ser as razões. Algumas vezes, sabemos logo de cara qual é nossa questão e qual nosso objetivo ao procurar tratamento.
Em outros momentos, podemos levar alguns encontros procurando entender nossas razões. E isso, em si, já é uma questão a ser levada em conta em terapia: sei claramente quais meus objetivos e, sobretudo, quais valores me guiam?
Essas são questões interessantes de serem levadas em conta antes de seu primeiro encontro com seu futuro terapeuta.
É direito de toda cliente tirar dúvidas com o profissional sobre o andamento do tratamento, sobre a forma como conduz a terapia, sobre o campo teórico que sustenta sua prática, sobre sua experiência profissional e, porque não, também sobre a vida pessoal do terapeuta, caso isso seja de interesse do cliente. Qualquer dúvida é legítima! E é direito da cliente perguntar o que desejar!
Mesmo que o profissional seja excelente, com uma formação sólida, pode acontecer de você não gostar da forma como o trabalho é conduzido ou pode não ter simpatia pela pessoa. Isso tudo pode e deve ser dito com franqueza e tranquilidade para o terapeuta. É um tema importantíssimo para o desenvolvimento do trabalho, podendo acontecer de, na conversa sobre as dificuldades, aparecer a superação desses impasses ou vocês podem encerrar o trabalho juntos, entendendo o que levou a isso para que, numa nova busca, você tenha mais elementos para escolher melhor o profissional que deseja.
Não existe uma fórmula com eficácia de 100%, mas uma conversa anterior pode ajudar muito e, aqui, oferecemos essa possibilidade! Você tem direito a 30 minutos de conversa comigo para tirar dúvidas e descobrir se tem interesse em trabalhar comigo.
Não existe um prazo definido, pois duas pessoas com o mesmo diagnóstico, podem evoluir de formas muito diferentes. Assim como ninguém é igual a ninguém, a evolução do tratamento também é muito pessoal. Dependem das histórias de vida, das crenças que trazemos, do contexto onde vivemos, tudo isso conta muito!
Situações mais pountuais, dúvidas específicas sobre carreira, por exemplo, tem, em geral, soluções mais rápidas. Questões mais de fundo, de sensação de bem-estar, de sentido da vida ou quadros diagnosticados de saúde mental, podem levar a um tratamento de maior duração.
De tempos em tempos, uma conversa sobre como vai o trabalho terapêutico, o que já se caminhou e para onde imaginamos que ele vá, pode ser muito útil! É seu direito questionar isso a qualquer tempo e, provavelmente, o terapeuta tocará nesse assunto de tempos em tempos.
Se desejar parar, converse sobre isso com seu terapeuta para que o encerramento seja feito com tranquilidade e adequação, dando a oportunidade de que uma avaliação final sobre o trabalho juntos seja possível.
No início, a frequência é semanal, para que tanto terapeuta como cliente se acostumem um com o outro, construam alguma intimidade, permitindo assim, que sejam ditas coisas importantes sobre o que se passa na vida do cliente. Também dá, ao terapeuta, tempo para estabelecer uma formulação inicial das questões do cliente e de como construir um guia condutor para o tratamento.
Após algum tempo, tanto terapeuta, como cliente, podem sentir que é chegada a hora de passar para uma frequência maior, tal como 15 em 15 dias ou para conversas eventuais de manutenção do trabalho feito até então!
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ACT, a Terapia de Aceitação e Compromisso, é a orientação que fundamenta meu trabalho. Quer saber mais sobre ACT? Veja abaixo:
ACT – Terapia de Aceitação e Compromisso

Em direção a uma vida que vale a pena ser vivida.
Trata-se de uma terapia da família das terapias cognitivo-comportamentais e foi desenvolvida por Steven Hayes e colaboradores, a partir de 1999. Ela se filia ao grupo das terapias cognitivas de terceira onda, junto com a DBT (Terapia Dialético Comportamental) e a FAP (Psicoterapia Analítica Funcional), entre outras.
A ACT recebe esse nome por se focar em 3 áreas:
- Aceitação da realidade, procurando melhorar como lidamos com o sofrimento e a dor;
- Escolha de uma direção a seguir, que esteja de acordo com nossos valores e;
- Comprometimento com a mudança desejada.
Mas quais são esses valores?
A pergunta nem sempre tem uma resposta fácil e isso acontece porque,
- 1) em nossa vida, quase nunca nos perguntamos sobre nossos valores, como se eles fossem óbvios e claramente percebidos por nós e
- 2) porque eles vão mudando ligeiramente ao longo da vida e essa mudança nem sempre é clara para nós mesmos!
A ACT procura nos ajudar a descobrir
- quais são esses valores,
- como eles vão mudando,
- como eles se traduzem em objetivos e metas e
- como eles podem nos guiar pela vida preenchendo nosso fazer com mais significado e plenitude.
A ACT se baseia em estratégias de aceitação, atenção plena (mindfulness) e comprometimento (veja mais detalhes abaixo), a fim de aumentar nossa flexibilidade psicológica. Com maior flexibilidade psicológica, fica mais fácil mudar nosso comportamento, caminhando em direção a uma vida que nos aproxime de nossos valores e, portanto, de uma vida mais significativa.
A todo momento podemos parar e refletir se o que estamos fazendo nos levam em direção a nossos valores ou se o que estamos fazendo nos afasta deles. “Isso que pretendo fazer, me aproxima de meus valores?” é uma pergunta simples, mas bastante poderosa.
São eles:
- Aceitação
- Desfusão cognitiva
- Contato com o presente
- Eu-Observador
- Valores
- Compromisso
Aceitação é o movimento oposto ao da evitação, que é a tendência em evitar situações que acreditamos que irão nos causar desconforto psicológico. Esse desconforto se manifesta como pensamentos negativos que nos levam a comportamentos que nos afastam de nossos valores. A evitação traz alívio imediato, pelo adiamento da situação, mas logo a tensão e o desconforto aumentam, pois a situação não foi resolvida.
Com relação aos pensamentos e emoções, a tentativa de evitá-los só os fortalece, pois o corpo tende a percebê-los como mobilizadores importantes e o que é importante tende a ser mantido! A questão, então, não é procurar evitar esses pensamentos e emoções, mas, sim, mudar a forma de se relacionar com eles. Os exercícios de observação e descrição da “atenção plena” são fundamentais para ajudar nesse processo!
Desfundir-se é abrir uma certa distância para perceber que os pensamentos e emoções, embora muito úteis e válidos, não significam, efetivamente, o que acontece. Abrir essa distância é permitir que outras possibilidades apareçam e, com elas, outras formas de agir e de se entender.
Por exemplo, ao invés de se fundir com o pensamento “eu sou um fracassado”, podemos caminhar para uma descrição que possibilite maior abertura a novas formas de pensar: “nesse momento, está muito presente na minha cabeça o pensamento de que sou um fracassado”.
Uma das formas de lidar com a ansiedade, por exemplo, é chamada de “aterramento (grounding)”, que nada mais é do que ampliar a percepção do aqui-e-agora. Esse exercício tende a cortar o pensamento acelerado que nossa cabeça faz ao entrar no processo ansioso.
Mas, no dia-a-dia, temos a tendência de nos percebermos como muito estáveis, agindo sempre da mesma forma, pensando do mesmo jeito. Podemos até estar muito acostumados a determinadas formas de agir, o que aumenta a percepção de um Eu-Cristalizado, que é sempre o mesmo em todas as situações.
Uma descrição do Eu-Cristalizado, endurecido, muito essencialista, “sou muito irritado”, por exemplo, pode ir se modificando para uma descrição mais processual: “em situações de grande incômodo, minha forma familiar de reagir é com irritação”. Se fomos agressivos em uma situação, isso não quer dizer que somos e seremos agressivos o tempo todo ou que nossa “índole” seja agressiva. À medida em que vamos percebendo o Eu como algo que observa a si próprio e observa o corpo no qual está, podemos ir percebendo melhor as váriações possíveis na forma de pensar, sentir e, portanto, agir que esse Eu pode realizar.
Os valores são de caráter mais subjetivo e, em geral, se tornam concretos através dos objetivos, que são os valores traduzidos em ações mensuráveis, com metas claras. Por exemplo, realizar-se através de uma vida afetiva plena pode ser um valor muito importante para alguns. Podemos nos perguntar: mas quem não quer isso? Aqui entra um importante aspecto dos valores: a diferença não está tanto em um valor ser ou não significativo para uma determinada pessoa, mas, sim, o quão significativo ele é para aquela pessoa em específico. Para alguns, em algum momento da vida, a realização profissional pode fazer mais sentido, enquanto para outras, a realização afetiva pode fazer mais sentido. Além disso, os valores podem ter maior ou menor intensidade ao longo das diferentes etapas da vida.
A correria do dia-a-dia pode nos convidar a pegar atalhos e, no caminho, não dar tanta atenção aos nossos valores, nos fazendo nos afastar deles ao longo da vida. Aqui, então, entra a ideia de “compromisso” que é a ideia de fazer o que for preciso, ainda que não seja fácil ou agradável, para nos mantermos no caminho de nossos valores, não saindo de nossa trajetória em viver uma vida que valha a pena ser vivida.
Quanto melhor praticarmos a aceitação do que se passa, quanto mais clareza tivermos de nossos valores, maior será nosso comprometimento com o que precisa ser feito para obter as mudanças desejadas, que nos levarão a viver em maior plenitude nossos valores.
Não é simples, não é mágico, mas é possível e até mesmo prazeroso, quando nos aproximamos de viver próximo dos valores que queremos para nossas vidas.
No entanto, a ACt não beneficia só quem tem algum diagnóstico de transtorno. Pessoas que estão passando por qualquer tipo de problema emocional podem ter bons resultados com a terapia.
Na primeira sessão, o terapeuta irá pedir uma breve história de vida do paciente, bem como a queixa principal e as expectativas que o cliente tem em relação ao trabalho conjunto. Depois, o terapeuta abordará alguns princípios da ACT, entre elas, a ideia da horizontalidade, que significa que tanto o terapeuta quanto o cliente tem poderes e responsabilidades semelhantes no andamento da conversa em sessão. Ambos podem pedir que a covnersa vá mais para essa ou aquela direção. O cliente é o maior especilista em si e no que viveu, enquanto o terapeuta é o especialista que deve estar atento aos processos conversacionais que vão ocorrendo, ou seja, em como a conversa está se dando. Ambos podem ir, de tempos em tempos, avaliando e discutindo juntos como sentem que está caminhando o processo terapêutico
Nas sessões seguintes, o terapeuta poderá ensinar técnicas de mindfulness e aceitação e ajudar na identificação dos valores do cliente. Eventualmente, o terapeuta e o cliente podem combinar um trabalho a ser feito entre as sessões, como anotar pensamentos e emoções ou praticar mindfulness em vários momentos do dia.
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