Psicoterapia · LGBTQIA+

Psicoterapia para pessoas LGBTQIA+

Você não precisa procurar terapia por ser LGBTQIA+.

Pode estar procurando porque alguma coisa na sua vida está difícil, mudou ou precisa de cuidado.

Aqui, sua orientação sexual ou identidade de gênero pode fazer parte da conversa quando for importante — sem precisar ocupar o centro dela o tempo todo.

Adriano Gosuen
Psicólogo clínico · Supervisor · CRP 04/52568

Pessoa adulta trabalhando em um ambiente cotidiano
Adriano Gosuen, psicólogo clínico

Experiência clínica

Você não precisa começar do zero para ser compreendido.

Ser LGBTQIA+ pode atravessar relações, família, trabalho, corpo, sexualidade, pertencimento e planos para o futuro. Mas pode também não ser o assunto principal da terapia naquele momento.

Meu trabalho não parte da ideia de que sua orientação sexual ou identidade de gênero explica aquilo que você está vivendo. Também não ignora o contexto em que sua vida acontece.

Sou psicólogo clínico formado pela USP, tenho mais de 25 anos de trajetória profissional e também sou um homem gay. Ao longo do meu percurso, participei de projetos sociais e de direitos humanos e tive experiência de atendimento a pessoas trans.

Isso importa menos como um selo e mais pelo que pode permitir na prática: não pressupor, não patologizar e não fazer você gastar a terapia ensinando ao terapeuta o básico sobre a sua existência.

O que pode trazer você à terapia

Nem tudo precisa ter a ver com ser LGBTQIA+.

Talvez você esteja procurando terapia por ansiedade, solidão, dificuldades nos relacionamentos, cansaço ou porque alguma coisa na sua vida deixou de funcionar como antes. Em outros momentos, orientação sexual ou identidade de gênero podem ganhar mais espaço.

01

Pertencimento, solidão e construção de vínculos

02

Família, aceitação, silêncio ou conflito

03

Medo de rejeição, exposição, discriminação ou preconceito

04

Relacionamentos, sexualidade e intimidade

05

Corpo, autoestima e envelhecimento

06

Decisões sobre contar ou não algo sobre si e sobre a vida que você quer construir

Nada disso precisa ser definido de antemão.

A terapia pode começar simplesmente pelo que está mais difícil agora.

Como funciona a psicoterapia comigo

A terapia começa pela sua história.

Meu trabalho é compreender com você o que está acontecendo e como história, relações e contexto participam daquilo que hoje está difícil.

Minha formação clínica é principalmente em terapias comportamentais e contextuais, incluindo ACT. Isso não significa tentar encaixar você em um método pronto.

O que ocupa espaço na terapia é definido pela sua vida, não por uma categoria sobre quem você é.

Entender melhor como trabalho

Como são os atendimentos

Um espaço para conversar com tempo e continuidade.

01

Individual e online

Os atendimentos acontecem por videochamada.

02

Geralmente semanal

A frequência pode ser revista ao longo do processo.

03

Brasil e exterior

Atendo adultos no Brasil e brasileiros que vivem em outros países.

04

Primeira sessão

Uma conversa para entender o que trouxe você, tirar dúvidas e avaliar se faz sentido seguirmos juntos.

Você não precisa chegar sabendo explicar tudo. A gente começa pelo que faz sentido começar.

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Antes de começar

Algumas perguntas que talvez você esteja fazendo.

E se eu ainda não souber exatamente como me definir?

Você não precisa chegar com uma identidade definida, uma palavra escolhida ou uma conclusão sobre si. A terapia pode ser um lugar para explorar dúvidas sem a obrigação de chegar rapidamente a uma resposta.

E se poucas pessoas souberem que sou LGBTQIA+?

Você não precisa estar assumido para familiares, amigos, colegas de trabalho ou qualquer outra pessoa para começar terapia. Decidir para quem contar, quando contar — ou não contar — pode ser uma questão complexa e pessoal. Não parto da ideia de que existe uma única decisão correta.

Posso falar sobre sexo na terapia?

Sim. Sexualidade pode fazer parte da conversa quando for importante: desejo, intimidade, relações, acordos, dificuldades, dúvidas ou mudanças ao longo da vida. Esses assuntos podem ser conversados com seriedade e sem julgamento moral.

Você atende pessoas trans e não binárias?

Sim. Tenho experiência profissional de atendimento a pessoas trans e uma trajetória que também passou por projetos sociais e de direitos humanos. Isso não significa presumir que conheço a experiência de cada pessoa. Identidade de gênero não será tratada como patologia.

Por você ser gay, vai entender automaticamente o que eu vivo?

Não. Compartilhar algumas experiências sociais pode facilitar determinadas conversas, mas não torna nossas histórias iguais. Ser gay é uma parte de quem eu sou; não é uma credencial para presumir que sei o que significa ser você. Sua experiência precisa ser conhecida — não presumida.

Se fizer sentido para você

Podemos começar por uma conversa.

A primeira sessão é uma oportunidade para conhecer meu jeito de trabalhar, fazer perguntas e perceber se este parece ser um espaço em que você consegue falar com liberdade.

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